A marcha débil
de humanos sem ser
Segue seu curso nefasto
Da esperança de cada dia
A dor de cada dia
As terras tem seus donos
E quem delas não provém
Caminham para o abismo
Os sem pátria
A escória do mundo
Os verdadeiros excluídos
As fronteiras se fecham
E a morte os espreita
A poesia seca
Todas as vozes se calam
Onda após onda
a ninar o menino tombado
Dorme pra sempre
o menino sem pátria
Dorme pra sempre
Na espera de paz e justiça
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